Brasil é o país mais inovador da América Latina  – Pesquisa e Inovação

Pesquisa e Inovação

Brasil é o país mais inovador da América Latina 
28/09/2023

Brasil é o país mais inovador da América Latina 

O Brasil está entre os 50 países mais inovadores do mundo e é a economia mais inovadora da América Latina. Segundo o Índice Global de Inovação (IGI – clique e acesse), o país ocupa agora o 49º lugar entre 132 países. Os dados foram divulgados na quarta-feira, 27 de setembro, em Genebra (Suíça), pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI). A Suíça, Suécia, Estados Unidos, Reino Unido e Singapura aparecem no topo do ranking. 

Com o avanço de cinco posições na comparação com o IGI 2022, o Brasil, pela primeira vez, ultrapassa o Chile, que aparece na 52ª posição. O México (58ª) está na terceira posição regional. 

O Brasil conseguiu pontuações elevadas em indicadores como serviços governamentais online (14ª posição) e participação eletrônica (11ª), situando-se entre as 15 economias mais bem avaliadas em ambos. Além disso, destaca-se pelo valor de seus 16 unicórnios (22ª), representando 1,9% do PIB nacional em 2023, e por seus ativos intangíveis (31ª), obtendo bons resultados mundiais por suas marcas registradas (13ª) e pelo valor global de suas marcas (39ª). 

Ao lado do Brasil, os únicos países da região que melhoraram sua classificação este ano foram Uruguai (63ª) e El Salvador (95ª). A Jamaica aparece na 78ª posição, registrando desempenho superior ao esperado para o seu nível de desenvolvimento, aponta o IGI 2023. 

Segundo a OMPI, foram analisados 80 indicadores de tendências mundiais de inovação em mais de 130 economias para a edição 2023 do ranking das economias mais inovadoras. Os dados apontam que na última década países de renda média conseguiram um rápido avanço. 

A China é a única economia de renda média entre as 30 primeiras do IGI, na 12a. Colocação, seguida por Japão (13ª) e Israel (14ª). Além disso, a Indonésia (61ª) ingressa no grupo das economias de renda média que registraram a evolução mais rápida no IGI nos últimos 10 anos, junto com China, Turquia (39ª), Índia (40ª), Vietnã (46ª), Filipinas (56ª) e República Islâmica do Irã (62ª). 

Já nos últimos quatro anos, e desde o início da pandemia, Maurício (57ª), Indonésia, Arábia Saudita, Brasil e Paquistão foram as economias que mais melhoraram seu desempenho no IGI (por ordem de progressão na classificação), segundo comunicado da OMPI.